Por Marcos Almeida Outro dia, sonhei com o meu pai! Ele faleceu em 30 de dezembro de 2008, após um Natal especial em família. E foi como ele queria: sem sofrer. Do nada, pediu para minha mãe registrar um jogo na lotérica. "Mega-Sena acumulada... quem sabe?" Questão de meia hora, ela voltou e... Apesar daquela dor da perda, hoje a memória do corintiano mais querido de Caldas é de alegria para todos de nossa casa. Também pudera: “Zé do Correio, caboco feio, caiu do arreio, no campo do meio, meio “disgueio”...” era o seu jeito de se apresentar para as pessoas que apareciam em seu caminho. Como deixar uma marca triste após ultrapassar o seu tempo nesta terra? Muitas outras histórias com esta no livro "Onde o amor fincou raízes" Desde muito cedo aprendi com ele a importância da alegria na vida, pois, em muitos momentos, enfrentamos, como toda família, situações complicadas tanto na economia como na convivência. Nada que o bom humor não desse conta de tudo isso. Quando el...
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