Pular para o conteúdo principal

Retratos de Famílias

RETRATOS ANTIGOS DE FAMÍLIAS DE CALDAS/MG

Caso alguém desejar disponibilizar algum retrato antigo,
anterior a 1985, pode enviar para 
meu e-mail mcjoy66@gmail.com 
informando o nome das pessoas.

José Cândido da Silva e sua família / amigos

De cima pra baixo e da esquerda para a direita:
Zé do Correio e Jaime (cunhado da Arlete)
Cláudia Renata, Renata e Marcos (crianças)
Ivete, Alexandre (colo), Arlete,
Zé Cândido, Cida, Zé Nilton e Damares.
Fotógrafo (Eugênio)
Ano 1976



Diversas famílias:
Silvestre, Silva, Ferraz, Fonseca...

Aparecida do Norte/SP - Ano provável 1958

Acima, da esquerda para a direita:
Nelson (colo), Tião Mané, Santo (colo), Cida do Tião Mané, Joaninha, Iria, Tarcísio e (sr. alto?).
Depois, Tião Venâncio, Ordália, Paulo (colo), Vó Cida, Vô Zé Cândido, Célio, (senhora?), (jovem ao lado Célio?), (jovem e moça em frente Neide?), Vera (colo), Neide e Tino.
Abaixo, da esquerda para direita:
Antônia, Marlene (colo), Alaor (?), Tio José Nilton, José Maurício, Lena, Tia Arlete e Ivete, minha mãe.

Família Garcia Fonseca

Cristo Redentor - Poços de Caldas/MG 
1958

Da esquerda para a direita
Maria, Quinzito e Nair, Zé Cândido (meu avô) e Cida (vó),
Manoel Carminha e Cecília, Zé Faria e Maria,
Mãe Quinha e Pai Quim (bisavós),
Geraldo e Georgeta, Francisca e José Joaquim,
Zoca e Cota, Vilma e Jair!


A grande família

Retrato de 01/07/1958 no Cristo Redentor em Poços de Caldas/MG. 
Comemoração do aniversário de 67 anos
de Joaquim Silvestre da Fonseca (Pai Quim).

Em pé, da esquerda para a direita:
Juca Diogo, Catarina e filha Nica (avós da Catarina Marcondes), Maria (filha adotiva do Pai Quim), Nelson, Terezinha com Cássia no colo, Tóta, Nilma (atrás do Tóta ?), Quinzito, Té Tambasco, Dora, Zé Cândido, Zé Faria, Nair, Maria, Cida, Cecília, Manoel Carminha, Manuel Custódio e filho no colo, Zé Cuta, Mãe Quinha, Leni (do Zoca), Ivete (minha mãe), Zé Luiz, Pai Quim, Alcino, Geraldo com Regina no colo, Valter, Georgeta, Elza, Orlando, Chiquinha, Zé Joaquim, Cota, Zoca, Vilma com Marisa no colo, Jair, Landa com Cássia no colo, Joãozinho com João Carlos (na frente).

Sentados da esquerda para a direita:
Dita do Joaquim Silvério, filha do Manuel Custódio, Neuza, Maria Zélia, Célia, Valdão, Zélia, Nilza, sobrinha da Cota (loirinha), Zé Nilton (meu tio), Mauro, Joaquim (do Zé Joaquim), Zé Carlos (do Manoel Carminha).

Sentados na frente, da esquerda para a direita:
Eurico, Neiva, Arlete (minha tia), Irene, Neide, Paulinho, Zé Rubens, João Batista (do Zé Joaquim), Eli (do Zoca), Hélio Bodinho, Pedro, Joaquim (do Manoel Carminha) e Joaquim (do Zé Faria).

Colaboração fundamental da Regina, filha da Terezinha do Nelson.
Grato pela ajuda em listar todos os nomes!

Leia uma história com mais fotos dessa família

CLIQUE AQUI PARA VER MAIS

*******

Família Fonseca Faria

Em frente a casa do casal J Faria e Maria
Rua Fernandes Pimenta - Caldas/MG

Da esquerda pra direita:
Joaquim Faria, Lucimara (colo), Maria Zélia e Palito, João Generoso e Iolanda, Cássia, Irene, José Faria, Eliane do Zuza (colo), Maria esposa J Faria, Luiz Fernando, Junior (colo), José Cláudio (Zuza) e Zélia, Ailton Maravilha (colo), Vardão, Fernando Celso (colo), Ziza, Cristina (colo), Célia, Mara (colo) e Joaquim Ovídio.

José Faria fundou a Adega J Faria, próxima a Cascata Antônio Monteiro em Pocinhos do Rio Verde, onde hoje é um restaurante, mantendo as características de sua construção original.

Foto cedida pelo primo Ailton Maravilha. 
Grato pela ajuda em listar todos os nomes!

Quer ler uma história que fala de emoções?

CLIQUE AQUI PARA VER OUTROS RETRATOS

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Mais do que ver, que eu possa visitar!

Por Marcos Almeida Desde a minha infância fui apaixonado por fotografias por me conduzir a imaginações do que cada momento registrado representava. Eu olhava por algum tempo aquele papel mágico. Como isso pode acontecer? Se estava sozinho neste exercício, certamente pouco entendia o significado. Não conseguia muitas vezes decifrar o lugar, as pessoas, a ocasião. Porém, quando passava às vistas pelos retratos, com a explicação de alguém que conhecia a história, tudo mudava. Desabrochava algum significado. Até parecia que aquele instante em preto e branco de vários anos atrás começava a fazer sentido pra mim. Conhecer os antepassados, lugares onde viveram, o que fizeram, as festas e cerimônias, tudo passava por um novo olhar. Meus bisavós ao centro Pai Quim e Mãe Quinha com familiares - Anos 1960 Tempos depois, novamente voltava a procurar no fundo do guarda-roupas a caixa de fotografias para apreciá-las. Alguns casos que eu conhecia também traduzia para os novos curiosos que buscavam se...

Caixa de retratos

Por Marcos Almeida Desde a infância gostei de ver retratos. Sempre me emocionava manusear as fotos guardadas numa caixa que ficava escondida em algum armário da casa. Para abri-la, eu tinha de pedir a um adulto que me acompanhasse. Sentar no sofá da sala com alguém querido e observar cada detalhe daquelas lembranças era um rito. As imagens em preto e branco, que mostravam cenas inesquecíveis — bodas, festas familiares, a turma de catecismo, encontros de amigos — sempre com poses ora solenes, ora despreocupadas, conforme o instante. Tudo isso pertencia a outra época, ao século passado, no fim do segundo milênio da era cristã. Turma Catequese Caldas (1974) Falando do Mestre, entre as relíquias dos antepassados aparecem pequenas lembranças religiosas, os chamados “santinhos”, amarelados pelo tempo e cuidadosamente preservados por mães devotas. Dos que mais guardo na memória estão Santo Antônio e Santa Bárbara, venerados como protetores contra a solidão e contra os desastres da natureza. P...

Zé do Correio, um pai extraordinário!

Por Marcos Almeida Outro dia, sonhei com o meu pai! Ele faleceu em 30 de dezembro de 2008, após um Natal especial em família. E foi como ele queria: sem sofrer. Do nada, pediu para minha mãe registrar um jogo na lotérica. "Mega-Sena acumulada... quem sabe?" Questão de meia hora, ela voltou e... Apesar daquela dor da perda, hoje a memória do corintiano mais querido de Caldas é de alegria para todos de nossa casa. Também pudera: “Zé do Correio, caboco feio, caiu do arreio, no campo do meio, meio “disgueio”...” era o seu jeito de se apresentar para as pessoas que apareciam em seu caminho. Como deixar uma marca triste após ultrapassar o seu tempo nesta terra? Muitas outras histórias com esta no livro "Onde o amor fincou raízes" Desde muito cedo aprendi com ele a importância da alegria na vida, pois, em muitos momentos, enfrentamos, como toda família, situações complicadas tanto na economia como na convivência. Nada que o bom humor não desse conta de tudo isso. Quando el...