Por Marcos Almeida Outro dia, sonhei com o meu pai! Ele faleceu em 30 de dezembro de 2008, após um Natal especial em família. E foi como ele queria: sem sofrer. Do nada, pediu para minha mãe registrar um jogo na lotérica. "Mega-Sena acumulada... quem sabe?" Questão de meia hora, ela voltou e... Apesar daquela dor da perda, hoje a memória do corintiano mais querido de Caldas é de alegria para todos de nossa casa. Também pudera: “Zé do Correio, caboco feio, caiu do arreio, no campo do meio, meio “disgueio”...” era o seu jeito de se apresentar para as pessoas que apareciam em seu caminho. Como deixar uma marca triste após ultrapassar o seu tempo nesta terra? Muitas outras histórias com esta no livro "Onde o amor fincou raízes" Desde muito cedo aprendi com ele a importância da alegria na vida, pois, em muitos momentos, enfrentamos, como toda família, situações complicadas tanto na economia como na convivência. Nada que o bom humor não desse conta de tudo isso. Quando el...
Por Marcos Eduardo de Almeida "Quando entrar setembro" não é o nome da canção de Ronaldo Bastos e Alberto de Castro (Beto) Guedes, gravada em nossas mentes por meio de uma voz marcante. Na verdade, o título desse poema é "Sol de Primavera". Faço questão de destacar isso, pois é o que carecemos após o frio do inverno: de sol! Quando a previsão antecipar os dias chuvosos, devemos nos lembrar de que ela não conflita com o que se aprende com esta bela melodia. Pedra Branca - Caldas/MG Confesso que sinto pavor de chuva "braba", com trovões e relâmpagos, especialmente aqueles que me acordam em alguma madrugada. O trauma que tenho despontou na minha infância, em duas ocasiões marcantes. A primeira experiência foi quando vi um raio derrubar um pinheiro numa baixada do bairro Pedra Branca, em Caldas/MG, onde ficava o sítio dos meus avós, Zé Cândido e Cida. Poucos anos depois, em Muzambinho/MG, ao presenciar, junto ao meu pai, uma enorme faísca que incendiou o telég...