Por Marcos Almeida Tenho algo em mente e acredito que é importante considerar: qualquer começo pode ser belo e eloquente, mas estejamos preparados para o final. Longe de mim querer desmistificar crenças, especialmente quanto a eternidade e não é essa a minha questão, por ora. No entanto, vejo pouco preparo, categoricamente das pessoas do sexo masculino, para o que se convencionou atualmente a nominar como mudança de ciclo. Um relacionamento, por exemplo, tem início, meio e fim. Então, de que adianta entrar de cabeça sem ter a mente e o coração equilibrados para momentos de separações, voluntárias ou não, para os finais? Renata, Tio José Nilton, Marcos, Ivete (mãe), José Cândido e Maria Aparecida (meus avós). Posso até estar caindo em alguma arapuca de palavras, armada por mim mesmo, mas gosto de me arriscar. Pela minha vivência familiar, com tantos erros e desencontros, aprendi com meu pai a importância de resguardar minha mãe e minha irmã. Mas não somente. Ele, apesar de seu jeito b...